Sunday, March 14, 2010

Indy - Prós e contras



Passei o dia ontem no Anhembi, para comentar a São Paulo Indy 300 pelas rádios Bandeirantes e Band News FM. Aquela sensação ruim de ter duas festas para ir no mesmo dia e precisar optar por uma: não pude assistir à prova de abertura da Fórmula 1, no Bahrein. Ossos do ofício, liguei o modo Indy e segui para o Anhembi.

Peço licença para abrir um parêntesis estritamente pessoal. Moro na Zona Norte de São Paulo, bem perto do Anhembi. Sou sócia do Clube Espéria, vizinho do pavilhão de exposições e do Sambódromo. Circulo na região, portanto, há muitos anos. Não são da minha época as competições de remo no Tietê, que confrontavam as equipes do Espéria, do lado de cá do rio, com as do Clube de Regatas Tietê, do lado de lá. Minha parca experiência unindo esporte e o rio Tietê foram as corridas que fiz pelo Espéria (10 km de Santana) e pela Corpore (Corrida Oral-B), ambas disputadas na região.

Há relatos aqui e ali de atletas aposentados, fotos de um local bucólico e irreconhecível, com um rio margeado de vegetação. Para mim, e para várias gerações, no entanto, o rio Tietê e sua marginal são sinônimos de aborrecimentos, especialmente enchente e trânsito caótico. Foi uma reversão de sentimentos ruins acompanhar uma corrida de carros ao lado da marginal.

Não nublei minha visão: ela continua feia e o rio, poluído. As obras de alargamento das pistas serão paliativos por pouco tempo. Não há faixa adicional em via pública capaz de equacionar uma questão aritmética simples: são mil veículos novos por dia em São Paulo. Não vamos solucionar o trânsito na capital paulista enquanto não se viabilizarem melhores condições para os transportes públicos. Uma prova internacional em plena Marginal do Tietê pode contribuir para que se enxergue a via e o rio com outros olhos.

Se a sociedade quiser ter um rio despoluído, com uma via bem pavimentada ao seu lado, onde se pode até fazer uma corrida de carros, que trabalhe para isso. Que faça as obras com planejamento e que esse cartão postal fake seja real, e para todos. Infelizmente, como dizia o sociólogo Darcy Ribeiro, o Brasil sempre se moveu aos trancos e barrancos. E acredito firmemente que um evento esportivo desse porte possa servir de estímulo para o questionamento. Não queremos um pedaço da marginal com asfalto melhor. Queremos a marginal inteira. Não queremos um rio de cenário que só serve à TV porque ela não exala seu cheiro.

Li e ouvi vários comentários sobre a eventual falta de infraestrutura para o evento. Concordo que a reta do Sambódromo não poderia ter sido aprontada literalmente da noite para o dia. E quer saber? Não duvido que a Globo, dona do evento do Carnaval, mande repassar o verniz que deixa o piso escorregadio para o próximo desfile, e que a Fórmula Indy tenha de lixar tudo de novo no ano que vem.

Mas a infraestrutura dentro do Sambódromo foi muito mais amigável ao público do que a de Interlagos. Vários banheiros de alvenaria davam conta do recado, sem precisar apelar aos banheiros químicos utilizados habitualmente em eventos. Muitas lanchonetes, barraquinhas e carrinhos com comida e bebida espalhavam-se pelas áreas de arquibancada do Anhembi, ao contrário de Interlagos, que costuma ser um sacrifício quando se trata de enganar o estômago.

E a corrida?

Bem, a corrida foi o que se costuma ver de Fórmula Indy. Há o equilíbrio forçado pela maior padronização dos carros, um cenário completamente distante da tecnologia de ponta da Fórmula 1. Os carros da Indy são robustos, para não dizer toscos. O fulano bate em uma volta, pode entrar e sair do box várias vezes para ir consertando, e o bicho segue andando! Foi o que aconteceu com Helio Castroneves na corrida deste domingo. Em nome de equilibrar ainda mais a disputa, o abuso de bandeiras amarelas. Não há premiação para o piloto que se destaca do pelotão, há castigo. É um desestímulo a se sobressair, na medida em que se sabe que, na primeira oportunidade, vão juntar todo mundo de novo.

Mas, como negar que o resultado é uma corrida muito mais emocionante que a maioria das provas de Fórmula 1? As trocas de posições, o suspense até a última volta criam uma aura de competitividade e surpresa que atrai muitos admiradores. A arquibancada do Anhembi estava cheia, provando essa constatação. Em certa medida, a Fórmula Indy parece aquela família pobre, mas de gente animada e feliz, enquanto a Fórmula 1 muitas vezes dá a ideia de riqueza despregada de alegria.

Por fim, meu registro sobre a foto acima, do excelente Luca Bassani. A brasileira Bia Figueiredo lidera um pelotão feminino, formado pela ótima Simona de Silvestro e pela sofrível Milka Duno. Fatou Danica Patrick na foto, para completar o quarteto que correu em São Paulo. Uma categoria com quatro mulheres no grid já mereceria a simpatia desta blogueira. Fica o desejo para que os contras se ajustem no próximo ano.

65 comments:

Dr. Octopus said...

Olá, Alessandra.
Pra ser franco, não li seu comentário. Estou passando só para protestar contra a opção da BandNews pela transissão da Indy ao invés da F1. Não gostei, e pior: tive que engolir a múmia do Galvão, que entende menos de F1 que minha mãe.

Edu said...

Passei por aqui para ver suas considerações sobre a primeira corrida de F1 do ano...

Jonny'O said...

Oi Alessandra ,adorei o post ,não entrou na mesmice dos contra nem na cegueira dos que acharam tudo lindo e maravilhoso.

Particularmente adorei a corrida e olha que fazia tempo que não assistia uma prova de rua tão boa ,principalmente no pelotão dianteiro e na disputa super limpa pela primeira posição entre os lideres ,uma verdadeira aula de automobilismo ,quem estava na frente mantinha seu lado e o de trás colocava por dentro e as coisas eram decididas na frenagem ,quem tem peito leva!

Isso me chamou muita atenção ,parecia que estava assistindo uma disputa das antigas pelo You Tube ,me parece que os proprios pilotos da Indy tem em mente que mais importante que a posição está no show e no espetaculo que o publico deseja ver,claro que isso deve ser apenas uma impressão.

Outra coisa foi o traçado ,achei perfeito pois tinha dois pontos perfeitos para ultrapassagem e para falar a verdade acredito que a propria irregularidade do piso favorece mais a disputa em uma frenagem .

Claro que havia muitos problemas que já foi dito por muitos ,eu mesmo era um dos que não acreditava na realização da prova.

Ron Groo said...

Penso que o maior pró a favor da prova de ontem foi e da categoria por assim dizer é a ausência da arrogancia na qual a F1 se meteu há algum tempo.

Aposto e ganho que os erros de ontem não se repetirão para a edição do ano que vêm, diferentemente dos erros das corridas como a do Bahrein e da Malasya que acontecem a dez ou mais anos...

Eu gostei bastante da corrida, e até da forma como arrumaram a reta do sambódromo.

Thiago said...

Foi bom ver a formula indy, mas com narração de luciano não dá... e leitinho na caixinha no final também não dá rsrsrss e que venha 2011 sem os erros de 2010, abraços !

Paulo Cunha said...

Oi sandra, oi gente,

É, com todas as criticas à pista, aquela reta imensa permitia a ultrapassagem daqueles tratores. E, discordo do Johnny, não era pelos buracos, era porque era longa e os carros da Indy aguentam colar um no outro sem perder aderência (ou dirigibilidade), em outras palavras - tem vácuo pra pegar!

Eu também senti muita falta de vcs na F1, mas gostei de escutar vcs na Indy, para variar informaram mais e me ensinaram mais do que o povo da TV...

Eu estou muito com o Flávio Gomes quando ele pergunta quem vai pagar mesmo a conta?!? E estou com você quando diz que precisamos urgentemente tratar o esgoto para ter um rio limpo (a imagem aérea da marginal e o barranco do tietê, só não chora quem não sabe o que é um rio...)

A única crítica às imagens da Band era que não tinha alguém que soubesse o que estava acontecendo para manter o foco na corrida. E uma suspeita que não tinha como manter o foco na pista toda... não lembro de ter visto uma sequência de tomadas na pista inteira, principalmente na reta da marginal - sem ser de carona com um carro...

Já virou tese esse comentário...

(sandra sou eu?) foi de sandra que o Odinei te chamou? Eu ria tanto que nem escutei a desculpa dele!

Anonymous said...

A parte em que você fala do verniz do sambódramo é péssima. Quer dizer que o sambódramo deve se adequar à corrida e não às escolas de samba?

Jonny'O said...

Oi Paulo ,deixa eu dar uma corrigida na sua interpretação ou na minha má colocação,hehe...

Gostei da prova somente pelo traçado ,que achei perfeito para uma corrida de rua ,me lembra muito Long Beach em algumas características.

Sobre o piso não quis dizer que nessa prova foi algo positivo,nem daria para dizer isso com todos os problemas com a reta do sambódromo e o nível absurdo da irregularidade do asfalto.

Foi somente uma colocação geral sobre uma pista com alguma ondulação ,se ela não é perfeita logo a regulagem de suspensão vai ser bem diferente influenciando também na aerodinâmica ,e ai sim ,acredito que isso vai dificultar mais uma frenagem ,assim um carro que esteja mais acertado naquele momento vai ter uma vantagem adicional.

Paulo Cunha said...

Oi Johnny,

É, depois, pensando melhor do porque dessa associação entre piso irregular, mais disputas na frenagem que eu entendi a sua colocação. Claro que tinha alguns pontos que a diferença de nível era tanta que o carro tendia a perder todo contato, já não era trepidação, era saltinhos de lado. Mas você tem toda razão, a necessidade de reajustar a altura e a suspensão deve ter ajudado a aliviar a dependência da aerodinâmica e favorecer as ultrapassagens.

Jackson Lincoln Lopes said...

Nunca li seu site, cai aqui por acaso e vi como você é apenas mais uma que caiu de para-quedas no evento, mais uma pessoa que ama a F1 e foi forçada a trabalhar pela Band na categoria "oposta" a F1.

Pior ainda é ter que ler "carros toscos"...Castigo da bandeira amarela...

"Uma categoria com quatro mulheres no grid já mereceria a simpatia desta blogueira", melhor não ter simpatia não, assim você não escreve tanta bobeira.

James Azevedo said...
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James Azevedo said...

A prova da Indy mostrou o quanto a categoria tem um ambiente mais aberto ao público em relação a F1. Lógico, a F1 é o topo dos pilotos famosos e da tecnologia, mas tem pecado pela falta de competitividade e pelo ambiente frio nos últimos tempos.

Eu particularmente não gostei de seu texto, pois ele fala mais do que está fora do que em si da prova, já que você cobriu ela "in loco".

"Os carros da Indy são robustos, para não dizer toscos. O fulano bate em uma volta, pode entrar e sair do box várias vezes para ir consertando, e o bicho segue andando!"

Ah então os carros têm é que abandonar por qualquer coisa???

Bruno Vicaria said...

Ninguém pode ter opinião, então? Tá certo...

twitter.com/igorfreire said...

Se não me engano, o Castroneves bateu o bico... como na F1, é só trocar...

Rodrigo Mattar said...

Impressionante como os babacas de sempre continuam achando que a Indy um dia chegará aos pés da Fórmula 1. Tem gente que não aprende.

Jackson Lincoln Lopes said...

Impressionante como tem que ser mais babaca ainda para ler o que um babaca escreve. Mais impressionante ainda, é ler e inventar as coisas. Colocar palavras onde estão escritas outras coisas.

Anonymous said...

RODRIGO MATTAR VAI BABA OVO PRA GLOBO VAI....VC NUNCA ENTENDEU NADA DE CARRO DE CORRIDA....TEM UNS BABACA Q ACHA Q A F1 UM DIA VAI CHEGA AOS PÉS DA INDY!

Fabio Henrique said...

Impressionante mesmo é a falta de educação desse tal de Rodrigo Mattar, também pudera, um sujeito com idade para ser pai e que fica tirando fotos mostrando dedo do meio.

Realmente é algo digno de asco a mente fechada de alguns "jornalistas" do nosso automobilismo. Primeiro que ninguém quis comparar a F1 com a Indy tecnicamente, porque o cara tem que ser muito presunçoso pra subestimar os outros achando que alguém quis dizer que a Indy é melhor tecnicamente.

O ponto da discussão foi a comparação entre a acessibilidade dos fãs da Indy que é inquestionavelmente maior do que a da F1. Digo mais, a Indy é ainda mais acessível aos fãs do que essas categoriazinhas de gentlemen drivers mauricinhos que certos jornalistas estão acostumados a babar ovo.

Mas não dá pra esperar essa compreensão vinda de alguém que compartilha o mesmo ambiente de trabalho (e pelo visto a mesma visão de mundo)com um famoso e detestado narrador que adora dizer "A F1 tem que ser inatingível e cara mesmo".

Interessante também é o "corporativismo" dessa panelinha que adora se juntar pra tentar sujar a imagem dos mais novos mesmo..

Anonymous said...

o bruno vicaria escreveu "ngm pode ter opinião então?"

dai logo abaixo o mattar demonstrou toda sua educação digna de um lorde inglês...

é o mattar sim que pelo jeito sabe bem respeitar as opiniões contrárias..

Virgilio Franco said...

E o pior é que diz profissional... é uma vergonha ter um cara desse escrevendo sobre um esporte que tanto amamos. Entre falar merd* e ficar calado, sempre escolha a segunda opção. Pena que o Rodrigo Mattar escolhe sempre a primeira...

Anonymous said...

que moral esse rodrigo mattar tem? ele comenta VT da stock car

o cara comenta VT de uma categoria comercial que vai ser tema de novela da globo e quer pagar de intelectual!!

Anonymous said...

que moral esse rodrigo mattar tem? ele comenta VT da stock car

o cara comenta VT de uma categoria comercial que vai ser tema de novela da globo e quer pagar de intelectual!!

@guilherme_dk said...

Estou indignado com o que li! Uma jornalista respeitada como você falar da indy como um ignorante qualquer. A fórmula indy se adaptou ao seu público, que sim é diferente do da fórmula 1, mas longe de sermos a "familia pobre". Sou fã de velocidade e é sempre bom, no meu ponto de vista, ter emoções até o último grande premio. Isso a indy proporciona. 3 pilotos brigando pelo titulo até a última volta do último grande premio. Não um campeão antecipado no meio da competição! Fica meu registro. Adoro seu trabalho, mas pegou pesado com a "fórmula da emoção".

marcos gonzatto said...

1º com relação ao texto da demente acima, da pra ver q não entende bosta nenhuma da indy e pode ter certeza q o teu blog nao leio mais, ou se ler vai ser pra meter o pau.

2º ao rodrigo, cara te adimirava muito, mas depois deste comentario infeliz vc caiu muito no meu conceito, deve ser por isso q vc "come banco no sportv"

Thomperson said...

Esperava mais da Alessandra Alves. Ela produziu textos interessantes no GP Total há alguns anos, e achei que ela fosse gostar da Indy por ter 4 mulheres no grid.

Mas não... ela vem e chama os carros da Indy de "toscos" sem nem saber o critério de construção dos mesmos! A questão é custo, competitividade e resistência!

Fala que a Indy teve "equilíbrio forçado" sendo que não é a F-Indy que muda de regulamento todos os anos em busca de forçar um equilíbrio, né?

Me desculpe, mas são essas coisas que fazem cair a credibilidade de uma opinião. Se vai comentar algo, se informe mais á respeito da categoria.

E pelo visto o Rodrigo Mattar não mudou em nada... continua entendo pouco de automobilismo e muito de puxar o saco dentro da Globo...

James Azevedo said...

Respondendo ao Vicaria, o problema não é a pessoa ter opinião, é a maneira que ela se refere de modo pouco profissional a uma categoria com visibilidade mundial. Mesmo que essa categoria tenha caído muito e não esteja no seu melhor momento, agir assim é no mínimo estranho para uma pessoa que cobriu o evento. Não precisa endeusar, mas aí também está deixando claro o quanto não gosta da categoria, sendo que deveria ser mais imparcial.

E se uma categoria não chega ao patamar de uma F1, quer dizer esquece o resto??

Ao invés de chamar os chassis de toscos, custava falar que os chassis atuais perdem em beleza em relação ao de outras épocas (ou outras categorias) por exemplo? Porque será que a Indy está realizando "uma concorrência" para um novo tipo de carro para 2012? É porque até eles sabem que esses carros não agradam ao público.

Por mais que seja um blog e o tratamento do assunto seja mais informal, chamar uma categoria mundial de tosca é o fim da picada.

Lúcio said...

Não, o pior é que o marido da Alessandra é assessor de imprensa de um LIXO de categoria chamada Porsche Cup Brasil, uma porcaria de campeonato de playboyzinhos onde alguns riquinhos de revista Caras costumam brincar de ser piloto por um dia..

Olha o naipe dos caras, Otávio Mesquita, aquele pilantra do dono da Gol.

Antes do Grande Prêmio do Brasil de 2006 teve uma corrida da Porsche Cup em Interlagos e tem muito "piloto" lá que não tem nem noção de traçado e tangenciamento de curvas, dirigem como se estivessem na rua.

E a mulher ainda tem coragem de chamar a Indy de tosca...

Legal é a Porsche Cup do seu marido, a porcaria da Stock Car categoria de novela onde o Rodrigo Mattar chama os carros de "carrinho azul e carrinho vermelho" e aquela categoria ridícula do Flavio Gomes, amiguinho de vocês né?

Rodrigo Mattar said...

Thomperson, e você continua o mesmo babaca de sempre. Que graças a Deus não frequenta meu blog. Da mesma empresa que "eu puxo o saco". Afinal de contas, ganho em dia e são eles que ajudam a pagar minhas contas e a casa que eu comprei.

Rodrigo Mattar said...

Ao Fábio Henrique: além de tudo você é bisbilhoteiro e fuxiqueiro. Fica olhando fotos dos outros no orkut pra que, rapaz? Ainda mais de homem? Sai fora... vai fazer coisa melhor na vida do que perturbar os outros. Coisa de moleque...

Lucas said...

Ué?? Mas a competitividade não é forçada?

Tem 1 fornecedor de chassis, 1 de motor e 1 de pneu. Quando, a melhor fase da categoria, tinha 3 chassis (Swift, Reynard, Lola) 4 motores (Mercedes, Honda, Ford, Toyota) e 2 de pneus (Firestone e Goodyear). E o panorama não deve mudar nos próximos anos.

E o tosco, pelo que pude ler no texto, não foi usado no sentido de grosseiro ou mal-acabado, mas sim como resistente.

A velha história do "eu sempre entendo mais que esses comentaristas". Babaquice pura.

Alexandre Lourenço said...

Oras, mais uma "formulaunzista" de plantão,se vc não tava afim de ir para a "Indy tosca 300", por que foi?
Acho que foi pela boa grana que ia ganhar não é?
Quem foi ver a gloriosa corrida da Indy no Anhembí é por que conhece, ama e entende de tudo que acontece por lá, e não é o seu caso.Houve 95 ultrapassagens, mas acho que vc nem sabe o que isso significa, vc deveria ter assistido a prova lá do seu clube o Espéria bem de cima da lage, por que se é pra meter o pau em algo que não entende, por favor esse com certeza é o lugar pra vc se resolver aparecer por lá novamente!!!!

Mariane said...

RODRIGO E ALESSANDRA, IGNOREM esses comentários, é a mesma pessoas postando em vários perfis, querendo aparecer... Apaguem!
amo a Indy, mas a F1 é 1000 vezes melhor. pronto.

Jackson Lincoln Lopes said...

Olha Mariane, em momento algum eu ofendi a Alessandra, a única coisa que disse foi para não falar da Indy se não gosta. Amo a Indy mais que a F1 e qualquer categoria e sei que nunca ela terá a importância que a F1 tem.

Agora, se você acha que eu fico fazendo perfil fake por aí, fale com a Alessandra, eu tenho um site e da para ver da onde as pessoas postam. Meu IP é de Astorga-PR. Se eu estou postando com uma conta do google com meu nome, é porque justamente não queria aparecer como anônimo...mas deve ser inutil explicar isso, pois se você distorceu tudo em seu comentário, mas se você ter uma capacidade intelectual, posso tentar explicar uma terceira vez, tanto a parte em que não disse que a Indy é melhor ou maior que a F1, tanto a parte que eu só postei com meu nome.

Fernando Feio said...

Quanta besteira ! Isso parece briga Apple X Windows, Playstation 3 X Xbox 360.

Cada um gosta de uma coisa ou de outra, e tem direito de opinar da forma que achar melhor, até falar mal da categoria que não gosta, afinal nem todo mundo é obrigado a gostar da mesma coisa.

A Indy é mais emocionante que a F1, que faz tempo está dando nos nervos. Os carros de F1 são mais avançados, e o espetáculo está tão comprometido que nem está valendo a pena assistir.

Que a F1 está uma droga, todo mundo sabe, não é preciso desdenhar a Indy. São coisas diferentes e igualmente boas.

Eu particularmente acho que entendo um pouco de Indy, e tb acho os carros ultrapassados, mas isso não tira o mérito do espetáculo.

Thiago said...

Digo o mesmo que a Mariane em relação aos comentários.

Esse Jackson tem um blog bem arrumadinho apesar dos erros de português. Sabe do que fala, mas é fanático. E todo fanático em qualquer coisa é um idiota, porque perde a noção, deixa de avaliar as coisas de maneira realista e ataca aqueles que pensam diferente.

adriano dantas said...

discordo de que "sabe o que fala", o jacson. deturpa os fatos dizenque a categoria que veio ao brasil é a mesma que a CART, qq um sabe que nao é... fica puxando o saco do teo jose, sendo que o próprio a tempos deixou a indy de lado pra cuidar da truck... e ainda o faz por interesse, para ter posts seus no portal do Uol.
que moral tem um blog com uma pagina no youtube "te odeio ecclestone"?
uma lástima ter batido de frente com profissionais como alessandra, ico e mattar.

Dr House said...

Nossa, quanta bobagem escrita aqui. Comentários de pessoas se ofendendo como se fossem crianças, briga de moleques! Pior, a maioria é jornalista...e falando nesse nível(?) é realmente triste. De tudo que li aqui o que me chama atenção é o texto da Sra Jornalista. "Família pobre", "Carros toscos"...me desculpe, mas isso não é ter opinião, isso é falta de conhecimento e respeito c/quem gosta da Indy. Questionar a organização, as obras, a pista é uma coisa, agora, falar da categoria Indy c/ tanta irresponsailidade não é aceitável. Sinceramente, parece sim, que vc tinha duas festas para ir, mas só foi convidada para uma, a que vc não queria ir e infelizmente teceu péssimos comentários. Uma pena ler esse tipo de texto; pelo menos é um blog a menos para frequentar. Se eu quiser ler posts sem embasamento, sem conhecimento técnico ou qualquer noção de esportividade, vou pro site da capricho!

Thomperson said...

Ainda bem que não leio o Blog do Rodrigo Mattar, pois o cara assumiu que suas opiniões são compradas pela "empresa". Se a $portv/Globo manda ele bajular a StockCar e a Fórmula $1,00 com suas corridas chatas, seus pilotos robóticos e seus dirigentes corruptos, além das pataquadas de bastidores, ele vai lá e bajula.
A Alessandra ainda dá para entender o que ela escreveu pois ela própria foi sincera e falou aquilo que ela achava dentro do POUCO que ela conhece sobre F-Indy. Já o Mattar, lamento muito, mas é o puro retrato do jornalista-jagunço que é "pistoleiro de aluguel" do veículo que trabalha. Igualzinho ao Diogo Mainardi que escreve aqueles absurdos a mando do Roberto Civita.

Anonymous said...

"dr. house", nem assume quem é. ridículo
pena né, que a bandeirantes que PAGA para transmitir a indy chame a alessandra pra comentar e não vc.
a inveja é uma merda mesmo

Anonymous said...

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, "Dr House nem assume quem é. Ass: ANONYMOUS" HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Cara, vc que é corajoso e assumiu quem é, ANONYMOUS, inveja DE QUE??? De falar asneiras??? Não, obrigado! Falow, corajosão!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Lauro Sanches said...

Faltou eu me identificar: Lauro Sanches
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, "Dr House nem assume quem é. Ass: ANONYMOUS" HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Cara, vc que é corajoso e assumiu quem é, ANONYMOUS, inveja DE QUE??? De falar asneiras??? Não, obrigado! Falow, corajosão!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Fabio Henrique said...

Certo pseudo-jornalista realmente distila toda arrogância e prepotência do meio de comunicação para qual trabalha,uma certa emissora autoritária quando diante de pensamentos contrários... é realmente pra MATTAR

O cara tem argumentos de uma criança de 5 anos, parece aquele senador corrupto que quando indagado sobre o seu prostíbulo no nordeste pelo Danilo Gentili, começou a disparar ofensas quanto a sexualidade do mesmo.. Apela da maneira mais mundana e baixa mesmo, é lamentável que um sujeito tão baixo assim seja colocado como "referência" pelo simples fato de estar inserido em certa emissora.

Mas se preocupar em responder um sujeitinho desses pra quê? O cara se afunda sozinho quando resolve abrir a boca. O número de pessoas revoltadas com o "profissionalismo" deste boçal já demonstra tudo.

E o naipe dos argumentos dos zumbis que defendem o cara também são pra MATTAR, bem a linha de pensamento de quem tem a mente totalmente alienada por certa emissora.

Pior que o cara ainda se diz de esquerda..

Fabio Henrique said...

***DESTILA TODA ARROGÂNCIA

Marco said...

Afe! Bom, no próximo ano não perca seu tempo e vá assistir a emocionante F1 dos elitizados! Fique com os olhos atentos na tv pra não perder as ultrapassagens que acontecem em todas as voltas (cuidado pra não dormir no meio da corrida).

E para aqueles outros que não gostam da Indy é só mudar de canal!

gar0t0 said...

Gostei do comentario da Alessandra!!
Os carros da Indy são "toscos" sim perto de um F1, falando de design. E uma nao tem nada a ver com a outra :)

Thomperson said...

Mas gar0t0, design vai do gosto. Só que se um F-1 é um "supra sumo da tecnologia e do design", por ter essa grande qualidade o carro de Fórmula 1 é excelente para exposições tipo Salão do Automóvel ou para DESFILAR nas pistas, exatamente como eles fazem nas corridas.

Já o carro da F-Indy não é supra-sumo de tecnologia e nem de design, por outro lado é um bólido de excelente qualidade para DISPUTAS DENTRO DA PISTA, e é isso o que ele faz nas corridas.

@MarceloSCamara said...

Quem gosta de automobilismo gosta de carros na pista, independente da categoria.
A Alessandra deu uma opinião de quem está acostumada a vivenciar várias categorias e que, comprovadamente, conhece e gosta de automobilismo como um todo e a opinião (pelo menos até ontem neste país) é livre.
Além do que, desnecessário dizer, o espaço é dela.
Eu gosto de qualquer categoria com carros na pista (até de rolimã) fui na Indy no Rio e em SP, sempre vou na F1 e diversas outras categorias em Interlagos.
Não há incompatibilidades entre uma ou outra categoria. São complementares (pelo menos para quem gosta de automobilismo).
Portanto, nobres radicais xiitas que aqui comentam, abram-se para opiniões divergentes às suas. É sadio. Isto aqui não é torcida de futebol.
Os radicais xiitas que aqui comentam defendendo veementemente uma categoria só (como se alguma categoria fosse perfeita) definitivamente não gostam de automobilismo.
Abraço.

dr. silvana said...

mattar neles.\
humilhou a thurma,

Anonymous said...

AYRTON SENNA DEVERIA CORRER NA INDY ANO QUE VEM.

E TENHO DITO.

Rodrigo Lombardi said...

Só reclamam.

Quem daí vai até o autódromo acompanhar as categorias regionais?

Só sabem ver o que passa na televisão.
E ainda se acham experts em automobilismo.

Vão pra pista, depois reclamem.

Pimentel said...

"Dr Silvana", não sei aonde o tal de matter humilhou alguém! eu to vendo é ele ser humilhado aqui, queria saber desde quando xingar alguém de babaca é humilhar!

Rodrigo Lombardi, se as categorias regionais que vc se refere são a tal da copa porsche e a categoria do flavio gomes entao eu prefiro ver pela TV mesmo porque se a Indy é tosca o que dirá uma categoria medonha de pay drivers!

Pimentel said...

hahahahahahaha a guria lá disse que o mattar humilhou os leitores!!!!

vejam o grau do mattar "humilhando":

"Afinal de contas, ganho em dia e são eles que ajudam a pagar minhas contas e a casa que eu comprei."

éééééé, típico pensamento desse jornalismo prostituto que assola nosso Brasil Guaranil!!!

pagando minhas contas eu faço o que mandarem e a ética que se lasque!!!

responde ai mattar e a stock car? é categoria? corrida que não pode ultrapassar na reta, piloto pego no anti dopping e ai? ah mas eles te pagam né, então é uma beleza!

baixa bola ai seu mané, menos, bem menos! já dizia meu avô: quem se gaba de ter muita coisa na verdade não tem nada

Dú Cardim said...

Essa molecada tem de tomar muito toddynho ainda para abrir a boca e falar de automobilismo.

Karol Stutz said...

Oi, Alê,
gostei muito do seu texto!
Só não concordo muito sobre a estrutura ser amigável com o público, pelo menos onde fiquei, o 14Bis (setor "popular"rs).
Primeiro estava muito muito lotado, eu tive que me espremer e sentar na escada. A visão era péssima, só dava pra ver aquele pedacinho mesmo e o telão estava lááááa longe, atrás de umas árvores. Tudo bem que no setor G de Interlagos não tenha telão, mas dependendo do lugar que você pega dá pra ver quase toda a pista! E os banheiros... bom, o "vaso sanitário" era tão alto que tinha menina que não conseguiu fazer xixi!!! =/
De qualquer maneira foi divertido ver a corrida dali. Mas no ano que vem vou economizar um pouco mais pra ir no setor Branco, alguns amigos foram e aproveitaram bastante!

É isso aí,
Um beijo

Ah, e sobre essas briguinhas nos comentários... só uma coisa: preguiçaaaaaaa disso... ¬¬

Pimentel said...

"tomar toddynho, babacas, me pagam dinheiro, humilhou"

tá bem de argumentos essa turma profissa..

André Silva said...

Parabéns pelo seu post.

Eu acho que nenhum profissional deve fazer um trabalho que não se identifica. Se você não tem simpatia pela Indy, poderia não ter participado do evento certo?
Por que eu acho que um profissional que faz um trabalho sem ter "gosto" por ele não faz direito. (não estou dizendo que esse foi o seu caso)
Eu estive lá na corrida e achei o clima muito mais amigável que o da F1.

Bom mas gosto não se discute. Eu, na minha opinião, acho a Indy 100 mil vezes mais emocionante do que a F1.

Duhílio said...

Não justifica as ofensas, tudo bem que o post da Alessandra não foi um verdadeiro primor. Mas nessas horas a todos aqui que baixaram o nível, mereciam mesmo é voltar pro jardim de infância pra aprender a como se portar mediante a opniões diferentes. Parecem Hooligans. Lamentável.

Anonymous said...

duhilio de menezes sempre por cima do muro, eta flooderzinho sem sal e pseudo-moralista!gordo chato

Tomas Turbando said...

Peguem no meu post e balancem. Se fuder, viu... Povo virgem.

Duhílio said...

Anonymous, foda-se se não sabe ficar sem atacar, sem ser ofensivo, ao menos não me atrapalhe. Se o povo não tem educação, o problema não é meu, não fiquei em cima do muro não. Critiquei o post da Alessandra, mas não justifica esse comportamento de moleques arruaceiros que não sabem argumentar, e isso é válido tbm pro Rodrigo Mattar, que é jornalista, não um Hooligan, e isso vale pra todos que se comportaram da mesma forma, e pra você tbm. Nem é homem pra mostrar o nome, não passa de um verme asqueroso e covarde. E pior, eu sei que é perda de tempo eu dar essa réplica a um ser baixo e inferior.

Anonymous said...

Duhílio eu e você sabemos que o problema do sujeito que está atacando a Alessandra é por conta de inveja pura e simples. Não aceita que uma mulher seja mais inteligente, culta e capaz que ele e que essa mulher tenha uma carreira respeitada faz muitos anos, pois é uma profissional que não inventa mentiras e nem difama pessoas para aparecer ou ganhar dinheiro fácil por ter capacidade para ser o que ele queria ser e não consegue por ser um incompetente: famoso e reconhecido como a Alessandra é no mundo da imprensa.

Você Duhílio ao contrário desse cara tem inteligência dos bons e age por covicção e não pela covardia. Realmente não caia no baixo nível desse infeliz.

Um abraço

Amigo da Velocidade

Duhílio said...

Seja lá quem for, seu post está feito. Não sou da sua turma "Amigo da Velocidade" como você deixou claro. Bom, não vou mais incomodar o blog da Alessandra, tenho mais o que fazer.

Anonymous said...

Duhílio eu não sou o mesmo sujeito que te ofendeu. Meu português é muito melhor.

Amigo da Velocidade

Jonny'O said...

É o Téo José!



Por favor me desculpem.

Mas não resisti.

Gabriel Pandini said...

Mãe deixa eu te corrigir:
Na Indy temos 5 mulheres apenas uma não correu, Sarah Fisher.

Gabriel